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100 Guilty Pleasures

Todos temos um. Para cada dia da semana.

100 Guilty Pleasures

Todos temos um. Para cada dia da semana.

Querida, estou de férias na televisão!

por Zé, em 31.07.13

Adoro as reportagens dos canais em Julho e Agosto. O tema é sempre o mesmo - férias - tal como o cenário escolhido - o Algarve. As câmaras procuram desesperadamente os personagens mais incríveis. Ou seja: os barrigudos com bigode; as famílias com os miúdos a berrarem por todos os cantos; as velhinhas desesperadas por um bocadinho de sol. 

 

Este ano, os nosso magníficos jornalistas tiveram um outro motivo de noticia: as férias do primeiro-ministro inglês, David Cameron, no... Algarve. A senhora que lhe vendeu o peixe, pelos vistos, gostou imenso de o ensinar a dizer "lulas" na língua de Camões.

 

Por isso, não se esqueçam: se quiserem aparecer na televisão corram para o Algarve, estendam a toalha numa qualquer praia apinhada de gente e esperem pela equipa de reportagem da TVI. Os vossos 5 minutos de fama irão surgir num instante.

A bela Pamela e o caramelo da fórmula 1

por Zé, em 30.07.13

Mas será que ninguém se dignou a informar-me que a GRANDE Pamela Anderson (sim, grande nesse sentido que estão a pensar - o peito) esteve no Algarve? A diva da minha juventude, autêntica sex bomb que me fazia aguentar os episódios terrívelmente insuportáveis e banais de Marés Vivas??

Malandros!

 

Na verdade todos nós sabemos a razão para a bela Pamela se ter apresentado em terras algarvias. Pelos vistos foi convidada especial da festa de aniversário de um marmanjo qualquer chamado Lorenzo Carvalho, supostamente piloto de fórmula 1 milionário, mas do qual nunca tinha ouvido falar na minha vida. Mas, helas! a sua cara passou em todos os telejornais da televisão portuguesa por ter ao seu lado a bomba loira. Que deve ter recebido uns valentes milhões de dólares só para aguentar aquele caramelo a noite inteira, mesmo não o conhecendo de lado nenhum.

 

Festa que é festa tem de incluir os tradicionais cromos. Os vips nacionais - amostras de vip, para ser mais preciso - colocaram-se em bicos dos pés de forma a ficarem retratados numa qualquer fotografia com a bela Pamela. A rapariga, que estava ali só para ganhar mais uns trocos e comprar um iate novo, ligou tanto aos nossos queridos vips como eu aos discuros do Cavaco: ou seja, nada. Pelos vistos um caramelo conseguiu ainda trocar umas beijocas com ela, e até apressou-se a colocar a foto no Facebook. O que vale é que a Iva do dito cujo não é ciumenta.

Regressando ao anfitreão da festarola: o famosíssimo Lorenzo. A biografia oficial diz que é luso-brasileiro, e pelos vistos diverte-se a espatifar dinheiro em coisas parvas. Deve ser o passatempo favorito do Lorenzo. Aqui há uns tempos anunciou aos sete-ventos a intenção de comprar o Autódromo do Estoril - mas parece que contratar a Pamela para as suas festas de aniversário fica mais barato. As fotos colocadas na internet mostram-no ou rodeado por grandes máquinas da Ferrari ou por moçoilas com um ar um bocadinho estranho - estranho do género "Calor da Noite". 

 

Mas sejamos sinceros: quem é que nunca cometeu loucuras para comemorar 22 anos de idade? Eu próprio já convidei a Madonna para quando fizer os 30. Ela ficou de me ligar para confirmar a sua presença. Ela e o Elvis.

100 Guilty no Twitter

por Zé, em 29.07.13

As minhas trocas e baldrocas com o design do blog acabaram por fazer desaparecer o botão "seguir" do Twitter. Por isso, toca a carregar no botão com o passaroco mesmo no topo do blogue. O Zé agradece.

A noite perfeita do José seria...

por Zé, em 29.07.13

Acompanhado por...

E para terminar em beleza, isto:

+

Ora então uma boa noite para todos. A inspiração para textos mais profundos não abunda por aqui. Afinal de contas, ainda agora é 2ªfeira.

Eu não gosto de fazer anos

por Zé, em 28.07.13

É verdade: detesto o meu dia de aniversário. Quando era miúdo achava uma piada enorme aos preparativos para a grande festa de anos: a escolha do desenho para o bolo (algures entre o Super Homem e o Homem Aranha); a compra dos copos, pratos e demais objectos de plástico com o mesmo desenho ou tema do bolo; os convites para a festa. Mas principalmente: as prendas!

 

Com o passar dos anos fui perdendo o interesse por este dia. Passou a ser simplesmente o meu dia - aquele em que me reservo na concha de manhã à noite. Desligo o telemóvel. Pego no carro e escolho um destino, à sorte. Tenho a sorte de ter nascido em pleno Verão, e de o Sol me acompanhar em todas estas viagens a 28 de Julho de cada ano. Sem ninguém por perto. Sem mensagens, telefonemas chatos e festas bacocas.

 

A minha mãe não percebe esta opção que tomei desde que completei os 20 anos. Para ela, 28 de Julho é uma data para celebrar em grande - até porque no dia seguinte, a 29, ela própria completa anos de casada. Eu fui, por assim dizer, a sua prenda. Mas nunca tentou dissuadir-me de tomar esta atitude.

 

Os amigos, pelo contrário, não desistem de furar os planos - literalmente. Há dois anos furaram de propósito os pneus do meu carro para não sair de manhã cedo no dia de aniversário. É claro que o tiro saiu-lhes pela culatra: preferi andar de comboio e metro. Para eles, dia de anos é sinónimo de farra, bebedeira, discoteca. Para mim, significa ver um bom filme no cinema, ou uma peça de teatro recente, ou ainda beber um copo de vinho num bom hotel. 

 

Eu não gosto de fazer anos. Prefiro celebrar os anos dos outros.

Hoje, o bebé sou eu!

por Zé, em 28.07.13

Ai os 30 quase a chegar....

5 livros para ler na praia

por Zé, em 27.07.13

Enquanto o Je se prepara para uma noite à volta de tachos e panelas (sim, porque os outros convidam mas aqui o escravo é que cozinha para os lambões de serviço), deixo aqui uma simples mas apelativa lista de 5 livros para ler na praia. São apenas 5 porque, na realidade, não se consegue ler grande coisa durante aquela manhã ou tarde que se passa a torrar ao sol. 

 

1. Inferno, de Dan Brown

Vou ser sincero: o novo livro do norte-americano não é grande coisa. Ao fim de 30 páginas começamos a recordar outros livros escritos por Brown em que aquela sequência de acontecimentos já ocorreu, embora contada de maneira diferente. Além disso, pareceu-me que este Inferno é tudo menos uma homenagem à "Divina Comédia" de Dante, mas antes um valente guia turístico de Itália à la Lonely Planet. No entanto cumpre perfeitamente a sua função: entreter durante largos minutos, graças às capacidades incríveis do historiador de Arte Robert Langdon em decifrar enigmas complicadíssimos. Bom para acompanhar uma bola de berlim.

 

2. A Vida no Céu, de José Eduardo Agualusa

O novo livro do escritor angolano é uma agradável surpresa. A metáfora da "vida no céu" após a vida na Terra ter sido parcialmente destruída pelas consequências das alterações climáticas encaixa que nem uma luva na escrita desempoeirada e escorreita de Agualusa. É uma excelente leitura também para crianças. Ideal para mantê-los quietos durante alguns minutos.

 

3. Como é linda a Puta da Vida, de Miguel Esteves Cardoso.

Há muito que Portugal ansiava pelo regresso do grande Miguel. E ele finalmente saiu da penúmbra para retomar as suas crónicas ácidas, recheadas de um humor muito british mas ao mesmo tempo tão típico do português refilão. Este "Como é linda a Puta da Vida" apresenta um MEC no seu lado mais introspectivo: um homem apreciador das boas coisas desta vida, as coisas banais como um bom peixe ou a sua amada Maria João. Mesmo, mesmo bom para ler numa praia sem ninguém por perto.

 

4. Startup: Comece a sua empresa com 100 euros, de Chris Guillebeau

Portugal tem uma taxa de desemprego que ultrapassa os 18%. Entre os jovens, 43% não consegue arranjar trabalho. Se não há emprego para todos, e que tal criarem o vosso emprego? A ideia do norte-americano Chris Guillebeau parece estapafúrdia, mas nos dias que correm a criação do auto-emprego - e consequente abertura de novos postos de trabalho - pode ser uma boa solução para resolver este flagelo social. Guillebeau apresenta histórias de startups criadas com pouco dinheiro, mas que vingaram e tornaram-se casos de sucesso. A ler na praia por quem tem olho para o negócio - mesmo o das bolas de berlim

 

5. Vamos lá Então Perceber as Mulheres. Mas só um Bocadinho…, de Marta Gautier

Dedicado a todos os homens que, na praia, têm de ouvir as mulheres a criticarem a celulite em excesso das outras. A psicóloga Marta Gautier - especialista em psicologia feminina - decidiu transformar a sua peça de stand-up comedy num brilhante livro. Para aqueles que gostam de dar umas boas gargalhadas.

As músicas do Guilty Pleasures: Gabriel o Pensador

por Zé, em 26.07.13

Um dos músicos brasileiros que mais aprecio. Gabriel o Pensador consegue reiventar-se a cada novo trabalho, conquistando novos públicos sem grande dificuldade. Este "Solitário Surfista", além de falar do mar, essa coisa maravilhosa que reviroga qualquer um, emana uma boa disposição incrível. 

E ainda por cima faz referência ao nosso Fernando Pessoa: Navegar é preciso, viver não é preciso.


Jorge Alexandre Luís não mexas aí!

por Zé, em 25.07.13

Ah, os nomes reais. Tão próximos dos plebeus e ao mesmo tempo tão glamorosos. Sim, Jorge Alexandre Luís tem estilo. Ok, a tradução para a lingua de Camões pode não ser das melhores. Mas na boca dos súbditos de Isabel II, a partir de agora falar em "George Alexandre Louis" será acompanhado pelo acto de comer caviar e beber champanhe francês.

 

Não acho o nome dado ao puto real tão descabido como se escreve por aí. Sabendo de antemão que os pais estavam condicionados na escolha - teria de ser um nome com tradição e peso na família de Windsor - até optaram por uma decisão segura. Jorge foi o nome dado aos antecessores da bisavó do miúdo no trono. Alexandre bem pode agradecer à Queen Elisabeth - tem Alexandra logo a seguir a esta designação. O Louis, pelos vistos, é o primeiro nome do Tio-Avô do princípe Carlos, Louis Mountbatten, por quem o pai do princípe William sempre teve uma grande admiração. 

 

Terminada esta petit explicação, vamos à bandalheira. Já estou a ver o puto quando se tornar terrorista no Palácio de Buckingham, a sujar as paredes do quarto da avó com lápis de cera e a interromper os momentos de paixão tórrida entre o avô Carlos e aquela-gaja-que-tirou-o-lugar-à-princesa-Diana, a coisa da Cornualha, Camilla de seu nome. A mãe - coitada da Kate, onde se foi meter! - vai estar o tempo todo a chamar a atenção do miúdo reguila:

- "Jorge Alexandre Luís, tira a mão daí!

- Jorge Alexandre Luís. deixa os avós irem descansar.

- Jorge Alexandre Luis, não mexas aí! Sacana do miúdo, ainda és pior que o teu tio Harry. E tira-me esse fato de Nazi, que eu vou devolvê-lo ao teu tio! 

Sinceramente, pensei que fosse pior. Estava à espera de qualquer coisa como "Charles Spencer of Cornualha". Mas não. Saiu antes Jorge Alexandre. E os britânicos dormiram descansados esta noite.

Guilty-pleasure consumista: o Nexus 7 2.0

por Zé, em 24.07.13

Sou um doido por novas tecnologias. Já tive não sei quantos telemóveis (a minha primeira perdição) e, mais recentemente, os tablets ocupam a minha parte do cérebro dedicada a essas inovações. O Ipad é uma paixão antiga, mas os preços são sempre proibitivos, portanto nunca lhes consegui meter a mão.

 

Mas desde que surgiram os tablets com o sistema operativo Android a conversa é outra. Muitas das minhas visitas à FNAC têm de ter dedicados uns bons minutos a "brincar" na zona dedicada a estes mini-computadores que cabem no bolso do casaco, permitindo-nos aceder a informação em qualquer lugar e rapidamente. Por isso, alguns dos meus euros poupadinhos ao longo do ano são canalizados para estes guilty-pleasures. E o próximo a vir cá para casa é.....

 

o Nexus 7 2!

 

 

 

nexus_7_0

 

 

Fotos do site The Verge 

O preço do bicho deve rondar os 250 euros. Mas para o tipo de aparelho que é, e com o selo de qualidade da Google e da Asus, são 50 contos bem dados. De vez em quando também temos de nos mimar um bocadinho, não é verdade?

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